ConteúdoGoogle Search ConsoleWordPressv1.0.0

Atualização de conteúdo em queda

Encontra artigos que perderam tráfego orgânico e devolve o plano de atualização de cada um: detecta a queda no Search Console comparando com o mesmo período do ano anterior (para não confundir com sazonalidade), separa a causa (intenção que mudou, canibalização entre páginas do próprio site, conteúdo defasado, concorrente melhor, problema técnico, recurso da SERP que roubou o clique) e prescreve atualizar, reescrever, fundir ou redirecionar, com briefing por artigo: consultas alvo, título, seções, fatos a atualizar e links internos. Use quando pedirem atualizar conteúdo antigo, recuperar tráfego do blog, content decay, artigos que caíram no Google, republicação de posts ou o que fazer com conteúdo que não performa.

Instalar

Escolha o agente. O comando coloca a skill na pasta de usuário, válida em todos os seus projetos.

$npx @conecto.cc/cli add atualizacao-de-conteudo-em-queda
Ver o arquivoSem CLI: crie a pasta ~/.claude/skills/atualizacao-de-conteudo-em-queda/ e cole o arquivo como SKILL.md.

Atualização de conteúdo em queda

Quando usar

Use em blog ou central de conteúdo com pelo menos 6 meses de histórico e 20 artigos, quando o tráfego orgânico de páginas específicas caiu. Não use para pautar conteúdo novo (skill pauta-de-conteudo-blog) nem quando o site inteiro caiu de uma vez: queda geral no mesmo dia é problema técnico ou penalidade, não desgaste de conteúdo.

O que você precisa

  1. Acesso ao Search Console da propriedade (16 meses de histórico) ou a exportação de páginas com cliques, impressões, taxa de cliques e posição em dois comparativos: últimos 90 dias contra os mesmos 90 dias do ano anterior, e contra os 90 dias imediatamente anteriores.
  2. Lista de URLs com data de publicação e da última atualização (o CMS exporta isso).
  3. Acesso ao CMS para ler o artigo como está e, depois, publicar a atualização sem mudar a URL.
  4. Posicionamento do negócio: que temas ainda importam e quais deixaram de importar. Artigo fora do tema pode cair sem que valha a pena salvar.
  5. GA4 (opcional): conversões por página, para priorizar o que gera resultado e não só tráfego.

Passo a passo

  1. Selecione candidatos. Da exportação, fique com páginas que tinham pelo menos 100 cliques no período base e caíram 30% ou mais nos dois comparativos. Queda só contra o ano anterior é sazonalidade ou tendência de demanda; queda só contra o trimestre anterior pode ser flutuação recente. As duas juntas é desgaste.
  2. Classifique o tipo de queda por página: impressões caíram junto com cliques (demanda ou indexação); impressões mantidas e posição piorou (perdeu ranking); posição mantida e taxa de cliques caiu (título fraco ou recurso da SERP ocupando o espaço).
  3. Diagnostique a causa com este roteiro, nesta ordem: (a) intenção mudou: os 5 primeiros resultados hoje têm o mesmo formato do seu artigo (lista, guia, comparativo, ferramenta)?; (b) canibalização: no Search Console, filtre a consulta principal e veja se duas URLs suas aparecem; (c) defasado: ano no título, dados antigos, referências mortas, capturas de tela de versões velhas; (d) concorrente melhor: cobertura e profundidade dos que subiram; (e) técnico: noindex, redirecionamento, URL alterada, tempo de carregamento; (f) recurso da SERP: respostas diretas, vídeos, "as pessoas também perguntam" acima do resultado.
  4. Decida a ação por página: atualizar (mesma URL, dados e seções novas, mantém o que rankeia), reescrever (mesma URL, estrutura nova porque a intenção mudou), fundir (redireciona o mais fraco para o mais forte com 301, quando dois artigos disputam a mesma consulta), remover (sem demanda e fora do tema: 410 ou 301 para a categoria), manter (queda sazonal, agendar checagem).
  5. Escreva o briefing de cada atualização ou reescrita: consultas alvo com impressões e posição atual (priorize posição 4 a 20); intenção de busca em uma frase; título novo com até 60 caracteres, sem ano a menos que o artigo seja atualizado todo ano; estrutura de H2 cobrindo o que falta em relação aos concorrentes; fatos, números e capturas a trocar; bloco de perguntas frequentes quando a SERP mostra "as pessoas também perguntam"; 3 links internos novos vindos das páginas mais fortes do mesmo tema e os links de saída; parágrafos que rankeiam (consultas com cliques) marcados como intocáveis.
  6. Priorize: potencial é cliques perdidos por mês (ou conversões, se houver GA4) contra esforço em P, M ou G. Os 10 primeiros entram no calendário; o resto vira backlog.
  7. Publique e meça: mantenha a URL, atualize a data de modificação só com mudança real, peça indexação no Search Console, registre a data. Releia posição e cliques das consultas alvo em 4 e em 8 semanas. Antes de 4 semanas não há sinal.

Formato da entrega

  1. Tabela de diagnóstico: URL, cliques antes e depois, variação, impressões, posição, tipo de queda, causa, ação, prioridade.
  2. Briefing por artigo para os 10 primeiros, no formato do passo 5.
  3. Lista de fusões e redirecionamentos: de, para, motivo.
  4. Calendário de republicação: 2 a 4 artigos por semana, com dono.
  5. Plano de medição: consultas alvo por artigo e as datas de checagem.

Critérios de qualidade

  • Sazonalidade descartada com o comparativo do ano anterior antes de chamar de desgaste.
  • Cada causa vem com a evidência (o número ou a captura) que a sustenta.
  • URL preservada em toda atualização e reescrita; só fusão muda destino.
  • Todo briefing tem consultas alvo com impressões e posição.
  • Parágrafos que rankeiam estão marcados para não serem apagados.
  • Nenhum slug ou título novo carrega ano sem plano de atualização anual.

Armadilhas

  • Mudar a URL "para ficar mais bonita" e perder o histórico do artigo.
  • Apagar os parágrafos que rankeiam ao reescrever.
  • Reescrever tudo quando bastava trocar dados e capturas.
  • Trocar a data de publicação sem mudar o conteúdo: não recupera posição e mina a confiança.
  • Fundir artigos com intenções diferentes num só texto que não serve a nenhuma.
  • Atualizar as duas páginas que se canibalizam em vez de fundir.
  • Encher o texto de repetições da palavra-chave.
  • Medir uma semana depois e concluir que não funcionou.
  • Tratar queda de site inteiro como desgaste de conteúdo.