SEOGoogle Search Consolev1.0.0

Pesquisa de palavras-chave

Faz pesquisa de palavras-chave para um site ou negócio: expande uma lista semente, agrupa os termos por tópico e intenção (clusters), prioriza por relevância, volume e dificuldade, e mapeia cada cluster para uma página existente ou a criar. Use quando pedirem pesquisa de palavras-chave, keyword research, quais termos atacar, lista de termos para SEO ou clusters de conteúdo.

Instalar

Escolha o agente. O comando coloca a skill na pasta de usuário, válida em todos os seus projetos.

$npx @conecto.cc/cli add pesquisa-de-palavras-chave
Ver o arquivoSem CLI: crie a pasta ~/.claude/skills/pesquisa-de-palavras-chave/ e cole o arquivo como SKILL.md.

Pesquisa de palavras-chave

Quando usar

Use no início de um projeto de SEO ou de conteúdo, quando a pergunta é "quais termos vale a pena atacar e com qual página". Não use para achar oportunidade em termos que o site já ranqueia (isso é a skill de quick wins) nem para planejar o calendário (isso vem depois, com os clusters prontos).

O que você precisa

  1. O negócio em três frases: o que vende, para quem, em qual região. Sem isso a lista sai genérica.
  2. Uma lista semente de 5 a 20 termos: como o cliente chama o que vende e como o público chama. Peça as duas versões; elas costumam ser diferentes.
  3. Dados de volume e dificuldade, se houver (export de ferramenta ou colado no chat). Se não houver, a pesquisa continua com estimativa qualitativa (alto, médio, baixo) e você diz isso.
  4. O export do Search Console dos últimos 3 meses, quando o site já existe: revela termos que o site já recebe e que a ferramenta não mostra.
  5. As páginas atuais do site (sitemap ou lista), para o mapeamento do passo 6.

Passo a passo

  1. Expanda a semente em quatro direções, para cada termo: variações (sinônimos, plural, abreviações, erros comuns), modificadores comerciais (preço, comprar, melhor, perto de mim, cidade), perguntas (como, o que é, quanto custa, vale a pena) e comparações (x ou y, x vs y). Meta: 10 a 20 termos por semente.
  2. Classifique a intenção de cada termo: informacional, comercial (pesquisando antes de comprar), transacional (pronto para agir) ou navegacional (procura uma marca). Termo de marca de terceiro sai da lista.
  3. Agrupe em clusters por tópico: termos que um mesmo conteúdo responderia ficam juntos. Regra prática: se duas buscas dão resultados parecidos na primeira página, são o mesmo cluster. Um cluster tem um termo principal e os secundários.
  4. Some volume e estime dificuldade por cluster. Sem dados de ferramenta, estime pelo perfil de quem já ranqueia: se a primeira página é de marketplaces e portais grandes, é difícil; se é de sites pequenos e fóruns, é acessível.
  5. Priorize com uma pontuação simples: relevância para o negócio (1 a 3) × potencial de volume (1 a 3) ÷ dificuldade (1 a 3). Relevância manda: cluster com volume alto e relevância baixa fica no fim, mesmo que fácil.
  6. Mapeie para páginas: cada cluster aponta para uma página existente (com o que ajustar) ou para uma página a criar (com o formato: categoria, produto, guia, comparativo). Dois clusters na mesma página é sinal de que são um só; um cluster em duas páginas é canibalização.
  7. Cruze com o Search Console, se houver: termos que já recebem impressão e não estão na lista entram com prioridade alta, porque o Google já associa o site a eles.

Formato da entrega

  1. Resumo: quantos termos, quantos clusters, os 3 clusters prioritários e por quê.
  2. Tabela de clusters: cluster, termo principal, termos secundários, intenção, volume (somado ou estimativa), dificuldade, pontuação, página alvo, ação (ajustar ou criar).
  3. Top 10 prioridades com a ação concreta de cada uma.
  4. Fonte dos dados: qual ferramenta, período, região e idioma. Quando o volume for estimado, diga como estimou.
  5. Termos descartados e o motivo (fora do negócio, marca de terceiro, intenção errada).

Critérios de qualidade

  • Todo cluster tem intenção e página alvo. Nenhum termo solto sem cluster.
  • A pontuação é reprodutível: quem pega a tabela recalcula e chega no mesmo número.
  • A lista tem termos do público, não só do vocabulário do cliente.
  • Nenhuma página recebe dois clusters de intenção diferente (comercial e informacional juntos é erro de mapeamento).

Armadilhas

  • Vocabulário técnico do produto com volume zero: o público não busca pelo nome que o cliente usa. Quando a ferramenta mostra zero para tudo que o cliente falou, o problema é a semente, não o mercado. Volte e pergunte como o cliente descreveria o produto para um amigo.
  • Confiar num volume só. Ferramentas divergem em 2 a 5 vezes para o mesmo termo em português; use como ordem de grandeza, não como número exato.
  • Termos em inglês em mercado brasileiro: só entram se a SERP em português mostrar que o público busca assim.
  • Priorizar pelo volume e esquecer a relevância: o cluster que traz tráfego sem cliente é custo.
  • Mapear tudo para páginas novas quando o site já tem uma página que só precisa de ajuste.