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Auditoria de tags no Google Tag Manager

Audita um contêiner do Google Tag Manager: inventário de tags, acionadores e variáveis; o que está duplicado, quebrado, pausado ou sem uso; se cada tag de conversão dispara onde deve e chega ao destino; se o consentimento está configurado; e se a camada de dados sustenta o que as tags leem. Use quando pedirem auditoria de GTM, revisão de tags, limpeza do contêiner, por que a conversão não conta, conferência de tagueamento ou saúde do rastreamento.

Instalar

Escolha o agente. O comando coloca a skill na pasta de usuário, válida em todos os seus projetos.

$npx @conecto.cc/cli add auditoria-de-tags-gtm
Ver o arquivoSem CLI: crie a pasta ~/.claude/skills/auditoria-de-tags-gtm/ e cole o arquivo como SKILL.md.

Auditoria de tags no Google Tag Manager

Quando usar

Use quando existe um contêiner e há dúvida sobre ele: números que não batem entre plataformas, conversão que não conta, contêiner herdado de agência anterior, redesign do site, ou antes de subir campanha nova. Não use para decidir o que medir (isso é a skill plano-de-mensuracao-ga4): aqui se confere o que existe contra o que deveria existir.

O que você precisa

  1. Exportação do contêiner (Administrador, Exportar contêiner, versão publicada) ou acesso de leitura. A exportação é um arquivo JSON e dá para auditar sem entrar no painel.
  2. A lista do que importa: o plano de mensuração, ou ao menos as 3 a 5 conversões que o negócio acompanha e os destinos que devem recebê-las (GA4, Google Ads, Meta, outros), com os IDs esperados de cada um.
  3. Os modelos de página do site (home, categoria, produto, formulário, obrigado, checkout) para testar cada um no modo de visualização; tag que funciona na home e falha no checkout é comum.
  4. A ferramenta de consentimento em uso e o que a política diz que deve ser bloqueado.
  5. Acesso ao site como visitante (janela anônima, sem login de administrador): sites mudam de comportamento para quem está logado.

Passo a passo

  1. Faça o inventário a partir da exportação: tags por tipo e destino, acionadores, variáveis, pastas, número de versões, data da última publicação, quem tem acesso de publicação, e alterações não publicadas no espaço de trabalho.
  2. Classifique cada tag: ativa ou pausada; dispara ou não em pelo menos um modelo de página no modo de visualização; referenciada ou órfã (acionador ou variável que nenhuma tag usa).
  3. Procure duplicidade, dentro e fora do GTM: duas tags de configuração do GA4, uma tag no GTM e o mesmo snippet no código do site, pixel da Meta instalado por plugin e por tag. Veja o código-fonte das páginas e as requisições de rede; o GTM só mostra a metade que ele controla. Duplicidade é a causa mais comum de "página vista dobrou" e "conversão conta duas vezes".
  4. Rastreie cada conversão de ponta a ponta: acionador, tag, destino. No modo de visualização, confirme que dispara uma vez, com os parâmetros e o valor certos, e que o destino recebeu (DebugView no GA4, diagnóstico de conversões no Google Ads, Gerenciador de eventos na Meta). "Tag disparou" não é "destino recebeu".
  5. Confira a camada de dados: liste as variáveis que leem dataLayer, ache o push correspondente no site e confirme que ele acontece antes do acionador (o erro de ordem aparece como undefined no modo de visualização). Anote as variáveis com valor vazio.
  6. Confira o consentimento: acionador de inicialização de consentimento configurado, tags com verificação de consentimento embutida ou adicional, e comportamento real ao recusar cookies: nada de GA4, Ads ou Meta deve disparar antes do aceite.
  7. Avalie a higiene: padrão de nomes (Destino - Tipo - Ação), pastas, notas, tags do Universal Analytics ainda ativas, HTML personalizado com script de terceiro que ninguém sabe o que faz, IDs digitados em cada tag em vez de variável constante.
  8. Classifique os achados: crítico (conversão não conta, conta em dobro, dado pessoal saindo), alto (destino errado, consentimento ignorado), médio (órfãs, duplicidade sem efeito visível), baixo (nomes, pastas, notas).

Formato da entrega

  1. Resumo em números: tags no total, ativas, disparando, quebradas, duplicadas, órfãs, achados críticos.
  2. Inventário: tabela de tags com tipo, destino, ID, acionadores, status, última alteração.
  3. Rastreio das conversões: tabela com conversão, acionador, tag, destino, dispara uma vez (sim ou não), destino recebe (sim ou não), evidência.
  4. Achados por severidade: achado, evidência (versão, ID, captura), impacto, correção, esforço.
  5. Plano de limpeza em duas listas separadas: pausar e apagar. Antes de qualquer exclusão, exportar a versão atual e guardar o arquivo.
  6. Checklist de conferência após correção: o que testar de novo, em que página, com que resultado esperado.

Critérios de qualidade

  • Todo achado tem evidência que outra pessoa consegue reproduzir.
  • Toda conversão que importa foi rastreada até o destino, não só até o disparo.
  • O código do site foi olhado além do GTM; a auditoria diz se há snippets fora do contêiner.
  • O comportamento com consentimento recusado foi testado, não deduzido da configuração.
  • A lista de apagar está separada da de pausar, e o backup da versão está indicado.

Armadilhas

  • Auditar só dentro do GTM. O segundo GA4 quase sempre está no tema do site ou num plugin.
  • Testar um modelo de página e concluir pelo site inteiro.
  • Confiar no nome da tag: "GA4 - Config" pode apontar para a propriedade da agência anterior.
  • Apagar antes de exportar. Versão do GTM restaura configuração publicada, não o que foi excluído do espaço de trabalho sem publicar.
  • Confundir disparo com recebimento: filtro de tráfego interno, bloqueio de consentimento e ID errado fazem a tag disparar e nada chegar.
  • Ignorar HTML personalizado: é onde entra script de terceiro sem revisão, e é risco de segurança e de vazamento de dado.
  • Testar logado como administrador do site, que muitas vezes não carrega o contêiner.